18 de abril de 2007

Meu pão e minha água



Meu pão e minha água

Cenas de alegria inocente inundam meu pensar.
Por hora há um silêncio que grita e tira-me o sossego.
Estou sem sustento, sem graça...
Quero brincar! Quero brigar!
Desejo encontrar em vós o amor que me nutri.
São apenas dias, Eu sei!
Insto em lembra-me da vossa ternura, do canto estridente.
É uma saudade suave e aguda.
Fiquem, divirtam-se, mas voltem logo!
Michael és o meu pão! Amanda és a minha água!
Vós meu sustento e minha nutrição.

-- Cristiane de Ângelo

2 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Lindo seu canto, uma melodia que levou-me de Mozart a Beethoven imaginando cada traço descrito em palavras poéticas e cativantes! Parabéns poetisa, a evolução esta além dos olhos, esta na alma!!! Forte e poético abraço! Tulipas!

19 de abril de 2007 às 07:59  
Anonymous Anônimo disse...

Meu amor és também o meu bem maior, sinto-me amado por ver-me refletido nesta linda poesia.
beijos, te amo.
Márcio Cardope.

30 de abril de 2007 às 09:56  

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