30 de junho de 2008

Bem amado


Bem amado

És bem amado, sabias?
A lua hipotiza-me,
tirando-me sono.
Eu a fito e exclamo!
Ah! Onde estará o meu dono?
Com todas aquelas palavras
espumantes!
Feito bebida que embriaga...
Alucina!
Tua imagem límpida,
sucumbe a paz do meu corpo,
leva-me a escalar paredes,
despir-me de enfeites,
que teimavam em disfarçar
a saudade que agora há,
nos meus versos,
e na minha canção.

1 Comentários:

Blogger Ludiro disse...

Simplesmente perfeito - perfeito!!
Amei tudo neste poema! Bom, o que poderia dizer, infinitamente transbordante!
TAM
Parabéns mais uma vez!

30 de junho de 2008 às 11:17  

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